Samuel Beckett
O ex-ministro socialista falava no Encontro PensaRE Portugal, promovido pela Fundação Casa de Mateus, em Vila Real.
A um mês de eleições legislativas antecipadas, João Cravinho disse ainda que os partidos têm um comportamento que não permite às pessoas terem grande esperança porque as suas intervenções não se dirigem à resolução prática dos problemas nacionais e «toda a gente vê isso».
«O PSD já percebeu que está em risco de perder as eleições e estão cada vez mais preocupados com isso», disse.
O Estado Português, segundo Cravinho, está capturado por interesses e várias corporações e o sistema político não é exterior a essa captura, é agente da própria captura.
Por isso, considerou, tem de haver «transparência» na Administração Pública para que não haja «compadrios, soluções duvidosas e protecção de determinados interesses à custa dos interesses de todos».
1 de Maio, 2011
"Para João Cravinho, é «urgente» tornar a Administração Pública transparente e fazer com que os cidadãos tenham acesso real à informação e que isso seja garantido constitucionalmente.
Mas, frisou, «para isso não basta haver uma lei que depois ninguém cumpre ou cumpre mal».
Segundo o ex-ministro socialista, a insustentabilidade das finanças públicas é reflexo da falta de competitividade e crescimento e se este problema não se resolver, Portugal terá sempre «finanças públicas reprimidas e em muito mau estado».
Segundo João Cravinho, neste momento, é preciso «dar prioridade a políticas para equipar, qualificar e educar as novas gerações com capacidades para que sejam produtivas ao longo da vida».
Se não houver justiça, crescimento e equidade nas relações entre as gerações «não há solução».
A reforma do modelo social é, por isso, «uma alavanca decisiva da competitividade e do crescimento futuro, assim como da solidariedade e equidade intergeracional»."
Lusa/SOL
“La peor verdad sólo cuesta un gran disgusto. La mejor mentira, muchos pequeños disgustos” (Jacinto Benavente)
"Eu dizia na minha precipitação: Todos os homens são mentirosos." Salmo 116
“No puede haber bien sin mal”(Proverbio ruso)
“La verdad puede ocultarse, pero no extinguirse”(Frank Lloyd Wright)
“Desgraciada la generación cuyos jueces merecen ser juzgados”(Talmud)
"Sería muy simpático que existiera dios, que hubiese creado el mundo y fuese una benevolente providencia; que existieran un orden moral en el universo y una vida futura; pero es un hecho muy sorprendente el que todo esto sea exactamente lo que nosotros nos sentimos obligados a desear que exista." (Sigmund Freud)
"Para los hombres, aceptar es dar; para las mujeres, dar es recibir. "(Rabindranath Tagore)
"La naturaleza humana es buena y la maldad es esencialmente antinatural." (Confucio)
"Hay dos cosas que siempre hacen hablar: el coraje y la vanidad." (Cristina II)
"Da lo que tienes para que merezcas recibir lo que te falta." (San Agustín)
“La vida es muy peligrosa”(Albert Einstein)
“A menudo, la fortuna nos hace pagar muy caro lo que creemos que nos ha regalado" (Vincent Voiture)
"Hay que unirse, no para estar juntos, sino para hacer algo juntos." (Juan Donoso Cortés)
"Tira a mão do queixo não penses mais nisso
o que lá vai já deu o que tinha a dar
quem ganhou ganhou e usou-se disso
quem perdeu há-de ter mais cartas p´ra dar
E enquanto alguns fazem figura
outros sucumbem á batota
chega a onde tu quiseres
mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada p´ra andar
a gente não vai parar
enquanto houver estrada p´ra andar
enquanto houver ventos e mar
a gente vai continuar
enquanto houver ventos e mar
todos náo pagamos por tudo o que usamos
o sistema é antigo e não poupa ninguém
somos todos escravos do que precisamos
reduz as necessidades se queres passar bem
que a dependência é uma besta
que dá cabo do desejo
a liberdade é uma maluca
que sabe quanto vale um beijo"
by Jorge Palma
"Tornamo-nos Mais Objectivos Depois de Reconhecermos a Nossa Subjectividade
Toda a arte da psicologia ou da ciência da psicologia, se lhe quisermos chamar assim, é baseada numa inversão do processo de objectividade. Não que não possamos tornar-nos objectivos, mas que apenas possamos tornar-nos objectivos depois de termos confrontado as nossas atitudes não objectivas, as nossas atitudes não racionais. Atingir uma objectividade honesta significa termos de saber quais os pontos da nossa natureza que são propensos a determinado preconceito, que parte de nós é defensiva, que parte de nós distorce o que ouvimos. E é necessária uma tremenda auto-honestidade para começar a remover essas distorções e a clarificar a nossa visão. De modo que só podemos atingir a objectividade depois de termos descoberto quais as áreas da nossa psique que não são objectivas. Além disso, o reconhecimento básico da psicologia é que, lá bem no íntimo, a maior parte da nossa vida é desconhecida da mente consciente e que, quanto mais nos tornamos consciente dela, mais honestos e mais objectivos nos podemos tornar. Nós não vemos os outros com clareza, e o que obscurece a nossa visão são os preconceitos que a pessoa supostamente objectiva se recusa a reconhecer. Uma pessoa objectiva diria(Dirá) que não é responsável pela guerra, mas uma pessoa que sabe psicologia sabe que cada um de nós é responsável porque cada um de nós tem sempre uma área de hostilidade, que depois é projectada para hostilidades colectivas mais vastas. "
Fonte: Anais Nin
in "Fala Uma Mulher"
Samuel Beckett